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Brazilian Wave | Guilherme Bifi e Gabriel Saraiva

Brazilian Wave: Guilherme Bifi e Gabriel Saraiva ensinam a testar ofertas e funis sem rezar para o algoritmo. Confira no Site

O preço original era: R$ 1.997,00.O preço atual é: R$ 47,00.

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Sobre O Brazilian Wave 📜

O Brazilian Wave foi pensado para quem quer entender a engrenagem do marketing de afiliados internacional sem tratar campanha como caça-níquel de botão colorido. A proposta reúne a visão de uma operação de direct-response: cada anúncio, página, vídeo e oferta precisa provocar uma ação observável — um lead, uma venda, uma comissão. Em vez de torcer para o algoritmo acordar inspirado, a ideia é aprender a olhar para números, testes e decisões com mais critério.

Na prática, isso coloca você diante de uma cadeia completa: escolher uma oferta, apresentar essa oferta ao público certo, levar a pessoa por uma página ou funil, acompanhar o que aconteceu e ajustar a rota. Parece muita coisa? É mesmo. Mas é como montar um móvel: quando as peças chegam todas misturadas, dá vontade de culpar o manual; quando você entende a ordem, cada parafuso passa a ter função. O treinamento se conecta justamente a essa lógica de organizar ofertas, criativos, tráfego e conversão como partes de uma mesma operação.

Um ponto especialmente relevante é o papel dos testes. Teste A/B, aqui, não é uma sigla criada para deixar a conversa com cara de reunião de elevador. É comparar duas possibilidades — dois anúncios, duas abordagens, duas estruturas — para descobrir qual delas responde melhor. Isso pode ajudar o afiliado a parar de decidir tudo pelo “acho que ficou bonito” e começar a observar o que realmente chama atenção, gera cliques e move o público adiante.

O Brazilian Wave também gira em torno de criativos, VSLs, páginas de venda e funis. Criativo é a peça que interrompe a distração de quem está rolando a tela; a VSL é uma apresentação em vídeo voltada a conduzir uma decisão; o funil organiza os próximos passos dessa pessoa. É quase como receber alguém em casa: não adianta abrir a porta e desaparecer no corredor. A comunicação precisa ter sequência, contexto e uma oferta coerente.

Outro detalhe que torna a proposta mais interessante é a atenção ao back-end. Nem toda análise termina na primeira venda. Em operações de performance, é possível avaliar o relacionamento posterior com a base, ofertas complementares e novas oportunidades de venda. Isso amplia a leitura de lucro e evita aquela visão curta de enxergar uma campanha como boa ou ruim apenas pelo primeiro passo. Para quem deseja atuar com ofertas voltadas ao mercado dos Estados Unidos, essa visão de processo pode trazer mais clareza para testar, medir e ajustar sem transformar cada campanha em um drama de novela.

Quem é Guilherme Bifi e Gabriel Saraiva 👤

Guilherme Bifi atua no marketing digital desde 2012 e relata uma trajetória ligada à publicidade, à afiliação e ao CPA voltados ao mercado norte-americano. Sua experiência internacional começou a ganhar forma após uma passagem pela Nova Zelândia, em 2014, quando teve contato com esse universo de operações fora do Brasil. Mais tarde, também passou a compartilhar conhecimento sobre afiliação internacional e a estruturar iniciativas educacionais para afiliados.

Na Brazilian Wave, Guilherme leva uma visão muito baseada em métricas, validação de ofertas, tráfego, criativos, VSLs e análise de conversão. Em outras palavras, não é a conversa de “poste qualquer coisa e manifeste vendas”. É uma leitura operacional: entender o custo para adquirir uma ação, observar o comportamento do funil e avaliar o que pode ser melhorado. Para acompanhar o trabalho de Guilherme, há seu perfil oficial.

Gabriel Saraiva chega à parceria com uma trajetória que passou por dropshipping, infoprodutos, tráfego direto, VSLs e vendas internacionais. Antes de entrar no digital, teve experiências em outros setores e, depois, direcionou sua atuação para operações voltadas ao exterior. A combinação dos dois contextualiza bem o Brazilian Wave: de um lado, a vivência com afiliação e performance; do outro, a prática com produtos, comunicação direta e estruturas de venda digitais.

Resultado esperado com O Brazilian Wave ⚡

O resultado mais pé no chão com o Brazilian Wave não é uma promessa de dinheiro caindo do teto feito confete de aniversário. É a possibilidade de construir uma compreensão mais organizada sobre como funciona uma operação de afiliados internacionais: oferta, tráfego, criativo, página, conversão e acompanhamento não vivem em ilhas separadas. Quando essas peças conversam, suas decisões deixam de ser improvisos com café e desespero.

Ao entender a lógica do direct response, você pode desenvolver uma postura mais analítica diante das campanhas. Em vez de mudar tudo porque um anúncio teve um dia ruim, torna-se possível investigar: o problema está na oferta, no público, na mensagem, no criativo ou na etapa seguinte do funil? Essa habilidade de fazer perguntas melhores costuma ser valiosa porque economiza tentativas aleatórias — e também algumas boas horas encarando relatórios como quem tenta decifrar um mapa do tesouro.

A compreensão de testes e métricas também pode gerar mais segurança para executar. Não porque elimina riscos — marketing de performance não vem com bola de cristal na caixa —, mas porque transforma hipóteses em experimentos. Você cria uma variação, acompanha o sinal do público, compara resultados e aprende com o que os dados mostram. É um processo que favorece ajustes graduais em vez de decisões tiradas da cartola.

Se o seu interesse está em conhecer melhor a afiliação internacional, a construção de funis e o uso de tráfego pago para gerar respostas mensuráveis, vale considerar o Brazilian Wave com atenção. O ponto forte da proposta está em conectar oferta, criativos, testes e métricas em uma visão prática de operação; a partir daí, cabe a você decidir se esse é o tipo de raciocínio que faz sentido colocar na sua mesa de trabalho.